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Cabos 12V sem sustos: secção correta e queda de tensão explicadas com casos reais

Cables 12V sin sustos: sección correcta y caída de tensión explicada con casos reales

Em 230 V, você pode “pecar” com um cabo um pouco curto e, normalmente, nem percebe. Em 12 V, por outro lado, uma queda de 1 V já é um grande problema: aparelhos que funcionam mal, luzes que diminuem, inversores que apitam… e cabos/terminais que esquentam.

Antes de começar, uma coisa importante (para que nos entendamos): o ideal é fazer cálculos exatos com suas fórmulas, como já explicamos em outros tutoriais (aqui você colocará os links para esses posts). Mas no post de hoje vou simplificar propositalmente, para que você possa aplicar rapidamente em uma instalação real e, acima de tudo, de forma fácil, mas segura. Não é “a olho”: são regras práticas conservadoras que evitam a maioria dos sustos típicos em 12V.

Por que em 12 V a queda de tensão te incomoda tanto?

A eletricidade “perde-se” um pouco pelo caminho. Não é magia: o cabo tem resistência, assim como os contactos (terminais, fusíveis, parafusos, conectores). Quanto mais longo e fino for o cabo, maior será a resistência… e, portanto, maior será a queda de tensão.

Em 12 V, além disso, trabalhamos muito perto do limite de muitos equipamentos. Não é a mesma coisa passar de 230 V para 228 V (nem se percebe) que passar de 12,6 V para 11,6 V: aí já se está a baixar bastante o rendimento. É por isso que nas instalações de veículos é tão frequente ver:

  • compressores que ligam e desligam,
  • bombas que mudam de tom,
  • LEDs que perdem força,
  • e equipamentos que entram em proteção sem que “pareça” que algo esteja acontecendo.

E atenção: muitas vezes não é só o cabo. Um porta-fusíveis solto, um terminal mal prensado ou uma massa “regular” podem prejudicar a tensão da mesma forma.

O truque que quase todo mundo esquece: a distância real é ida e volta

Este é o erro nº1 e é normal, porque ninguém te fala sobre isso até que aconteça.

Se o seu aparelho estiver a 4 metros da bateria, o circuito não tem 4 m:
👉 tem 8 metros (porque a corrente vai e volta).

  • Ida (positivo) + volta (negativo/retorno) = distância elétrica real.

Não importa se você retorna por um cabo negativo direto ou pela massa ao chassi: a eletricidade retorna da mesma forma, e há um percurso. Em 12 V, esses metros extras são muito perceptíveis. É literalmente o típico “funciona bem… até você exigir mais”.

Regra rápida para escolher a seção sem complicar a vida

Vamos ao que interessa: em 12 V, é melhor ser um pouco generoso com a seção. Por quê? Porque um cabo um pouco mais grosso:

  • reduz quedas de tensão,
  • faz com que os picos de arranque não derrubem a tensão,
  • e resiste melhor à vibração, ao calor e ao passar do tempo.

Guia orientativo típico (para instalações reais bem feitas):

  • USB / luzes / pequenos consumos (1–5A): 1,5–2,5 mm² se não houver muita distância. Se houver um longo percurso, aumente sem medo.
  • Geladeira com compressor (4–8A com picos): 6 mm² costuma ser o “mínimo aceitável” quando há metros.
  • Bombas (5–15A): 4–10 mm² dependendo da potência e distância.
  • Barra LED / focos potentes (8–15A): 4–10 mm², especialmente se a instalação for na parte frontal.
  • Inversor (600–1000 W a 12 V): aqui não se brinca → 25–50 mm² (dependendo da distância e potência).

Regra de ouro: se você estiver em dúvida entre duas seções… escolha a maior. Em 12 V, isso faz mais diferença do que parece.

Se você não quer complicações: na Coelectrix, preparamos cabos sob medida (com a seção necessária, terminais já crimpados e capa termorretrátil) e também temos fusíveis/porta-fusíveis para deixá-lo bem protegido. E se você não tiver certeza, pode nos escrever ou ligar e nós ajudaremos você com o dimensionamento.
👉 Cabos sob medida com terminais · Fusíveis e porta-fusíveis · Entre em contato conosco em caso de dúvidas

Que sintomas indicam que você está faltando seção (ou sobrando distância)

Se você se identifica com alguma dessas situações, já tem uma pista clara:

  • A geladeira liga e desliga, ou faz barulho quando o compressor entra em funcionamento.
  • A bomba soa diferente, fraca ou “preguiçosa” (e muda se ligar outra coisa).
  • As luzes apagam-se quando se liga o motor ou quando se liga um dispositivo elétrico.
  • O inversor emite um sinal sonoro, protege-se ou desliga-se ao ligar cargas normais.
  • Terminais aquecidos ou porta-fusíveis quentes (isso é um mau sinal).
  • Você tem a sensação de que “funciona, mas não está perfeito”.

Muitas vezes, a falha não é do aparelho: é que você não está fornecendo a voltagem necessária quando há carga real.

Casos reais com soluções práticas:

Geladeira de 12 V em trailer: “funciona, mas às vezes para”

Situação típica: bateria atrás, geladeira no armário da cozinha.

  • Distância física: 4 m
  • Distância elétrica real: 8 m (ida e volta)
  • Consumo: 4–6A (com picos ao arrancar)

Erro típico: instalar 2,5 mm² “porque é um frigorífico e consome pouco”.
Resultado real: quando o compressor arranca, a tensão cai. O frigorífico pode apresentar comportamentos estranhos: ligar e desligar, apresentar erros ou simplesmente ter um desempenho inferior (e, no final, consumir mais tempo ligado).

Solução que funciona no mundo real:

  • Cabo de 6 mm² (e se houver mais extensão, 10 mm²)
  • Fusível perto da bateria
  • Conexões bem feitas (terminais bons e prensagem correta)

O que colocaríamos aqui (para que fique bem):

  • Cabo personalizado em 6–10 mm², com terminais já crimpados
  • Porta-fusíveis + fusível perto da bateria

Termorretrátil para rematar e proteger

Bomba de água: “suena floja y parece que no tenga fuerza”

Situação típica: bomba 10A, a 3 m da bateria.

  • Distância elétrica real: 6 m

Erro típico: 1,5 mm² porque «é apenas uma bomba» e não está sempre ligada.
Resultado real: perde pressão, altera o som e, com o tempo, pode funcionar com mais esforço.

Solução prática:

  • Cabo de 4 mm² (se estiver longe ou for uma bomba potente, 6 mm²)
  • Verifique o retorno/massa: se for para o chassi, certifique-se de que esteja limpo, sem tinta ou ferrugem.

O que colocaríamos aqui:

  • Cabo personalizado 4–6 mm²

Terminais e capa térmica para mantê-lo fechado e protegido.

Barra LED dianteira: “perde intensidade” ou pisca

Situação típica: barra de 120 W aprox. (10 A), bateria → frontal.

  • Distância física: 3,5 m
  • Distância elétrica real: 7 m

Erro típico: kit com cabo fino + ligações rápidas + conectores sem vedação.
Resultado real: menos luz real e, além disso, pontos que aquecem. E num carro/4×4, com vibração e água, esse tipo de instalação dura o tempo que dura.

Solução que deixa isso fino:

  • Cabo de 6 mm² para alimentação
  • Relé e fusível bem colocados (e protegidos)
  • Conectores estanques + crimpagem adequada

O que colocaríamos aqui:

  • Cabo personalizado de 6 mm²
  • Porta-fusíveis + fusível e relé, se necessário

Conector estanco para a parte frontal.

Inversor 1000W: “apita ou desliga com micro-ondas / cafeteira”

Aqui vem o clássico susto. A 12 V, um inversor de 1000 W pode exigir facilmente 80–100 A (e mais em picos). Isso não é para um cabo “que parece grosso”, é para um cabo sério e o mais curto possível.

Erro típico: 10 mm² “porque estava por aí” / “parece grande”.
Resultado real: o inversor detecta baixa tensão e desliga. Além disso, você aquece o cabo e os terminais. Se o porta-fusíveis ou o terminal estiver regular, ele se torna um ponto quente.

Solução realista (de verdade):

  • Se estiver próximo (menos de 1 m): mínimo 35 mm², muitas vezes 50 mm²
  • Fusível ANL/MEGA adequado próximo à bateria
  • Terminais bons + crimpagem séria

O que colocaríamos aqui (sem sustos):

  • Cabo personalizado 35–50 mm² (o mais curto possível)
  • Fusível ANL/MEGA e porta-fusíveis robusto

Terminais + termo bem acabado.

O inimigo invisível: não é o cabo… são os contatos


Isso é muito comum: você instala um cabo grosso e mesmo assim a tensão cai. Por quê? Porque o problema está em um ponto de junção.

Culpados habituais:

  • terminal mal prensado (ou prensado com ferramenta inadequada)
  • parafuso solto na barra coletora/porta-fusíveis
  • porta-fusíveis barato que faz mau contato interno
  • massa ao chassis com tinta, ferrugem ou parafuso “daquela maneira”
  • conectores rápidos, terminais domésticos, réguas… (não é o lugar certo)

Frase curta: um mau contato pode causar mais quedas do que vários metros de cabo.

Portanto, se você não quer arriscar, tem duas opções:

Ou faça você mesmo com terminais de boa qualidade e ferramentas adequadas.
👉 Terminais Anilla TD 👉Ferramentas de crimpagem

Cabos personalizados já prontos (crimpagem correta + termorretrátil).
👉 Cabos personalizados sob medida

Como detectar onde a tensão está sendo “consumida” (método rápido)

Como podemos verificar onde está o ponto em que temos o problema de perda de tensão ou falha numa instalação que apresenta algum dos problemas que mencionámos:

Você precisa de um multímetro e fazer isso com a carga funcionando (chave total):

  1. Liga o consumo (bomba, barra, frigorífico a arrancar, etc.)
  2. Mede a tensão da bateria
  3. Measures voltage in the device while it is operating
  4. Se houver uma grande diferença, divida em etapas:
    • antes/depois do fusível
    • entrada/saída do relé
    • na saída do conector
    • no ponto de massa/retorno

Quando você encontra um trecho onde há uma queda repentina, aí está o problema: cabo fino, conexão ruim ou ponto de massa frouxo.

Lista de verificação rápida “instalação de 12 V sem surpresas”

  • Distância calculada como ida + volta
  • Seção generosa (em 12 V é perceptível)
  • Fusível perto da bateria (e, se aplicável, também do outro lado)
  • Crimpagem correta e terminais de qualidade
  • Conectores estanques em caso de água/vibração
  • Retorno/massa limpa (sem tinta/óxido)
  • Tudo bem fixado e protegido (corrugado, malha, passagem de parede)

Conclusão: em 12 V, o cabo “justo” sai caro.

Se você quer uma instalação que não dê trabalho:

  • pense na ida e na volta,
  • evite seções “a olho”,
  • e não subestime os contatos.

Quando tudo está bem dimensionado, isso nota-se em tudo: arranques mais estáveis, equipamentos que não se protegem, luzes com potência real e zero pontos quentes. E o melhor: esquece-se do “funciona, mas…”.

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Cabos de bateria personalizados

Novo na loja! Cabos de bateria personalizados para as suas instalações eléctricas

Na coelectrix.com continuamos a crescer e a ouvir as suas necessidades. É por isso que adicionámos um novo produto que facilitará muito a sua vida se trabalhar com instalações eléctricas de corrente contínua.

Agora pode comprar os seus cabos de bateria totalmente personalizados, prontos a utilizar e com um acabamento profissional.

Para que tipo de instalações são adequados?

Os nossos cabos de bateria feitos à medida foram concebidos para se adaptarem a uma grande variedade de projectos eléctricos de corrente contínua. Quer seja um profissional ou esteja a fazer a sua própria instalação, estes cabos facilitarão o seu trabalho e dar-lhe-ão a segurança de que necessita.

Algumas aplicações comuns:

Instalações actuais do inversor
Perfeito para ligar as suas baterias ao inversor de forma segura e eficiente. Escolha a secção transversal correta para minimizar as perdas e garantir um desempenho ótimo.

Ligar as baterias em série ou em paralelo
Ligue as suas baterias com o comprimento exato de que necessita, com os terminais certos para cada pólo e sem complicações.

🚐 Remodelação ou reparação eléctrica de veículos
Quer se trate de uma caravana, autocaravana, carro elétrico ou veículo comercial, os nossos cabos são ideais para sistemas de 12V, 24V ou superiores, em que são necessárias robustez e fiabilidade.

Qualquer instalação DC
Desde sistemas fotovoltaicos a máquinas, barcos, sistemas de apoio ou projectos de bricolage. Se precisa de cabos com uma grande secção transversal e sem margem para erros, aqui estão eles.

Fabrico profissional e personalizado

Nós tratamos de tudo para que só tenha de instalar o cabo:

  • Cortamos no comprimento exato em centímetros (mínimo 10 cm, máximo 2500 cm).
  • Pode selecionar o terminal pretendido de entre todos os terminais disponíveis.
  • Pressionamos os terminais com as nossas ferramentas profissionais.
  • Aplicamos termorretrácteis nas extremidades, se o terminal necessitar.
  • Pode escolher o terminal para cada extremidade do cabo… ou deixar uma ou ambas sem terminal, se preferir.
  • Pode escolher o complemento ideal para cada terminal, pipetas de proteção, tampas de terminais… etc.

O que é que pode personalizar?

É você que decide todos os pormenores:

  • Secção transversal do cabo: de 10 mm² até 95 mm² ✅ Secção transversal do cabo: de 10 mm² até 95 mm²
  • Cor do cabo: vermelho ou preto
  • Comprimento: entre 10 cm e 25 metros
  • Terminal nas extremidades A e B: selecionar de entre todas as opções disponíveis
  • Complementos para terminações, tais como para-choques de borracha.

Não tem as ferramentas? nós fazemo-lo por si!

Sabemos que nem sempre tem as ferramentas necessárias para cortar, descarnar e cravar cabos grossos… por isso, nós tratamos disso. Entregamos o cabo exatamente como precisa, com qualidade e precisão profissionais.

Alguns exemplos do que podemos fazer

Eis alguns exemplos de cabos que já fabricámos para os nossos clientes. Como sempre, feitos à medida, com cuidado e qualidade!

Tem dúvidas ou precisa de ajuda para escolher o cabo certo? Escreva-nos e teremos todo o gosto em ajudá-lo.
👉 Visite a nossa loja agora e personalize o seu próprio cabo de bateria.

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Descubra as múltiplas utilizações da termorretráctil com adesivo interno

Hoje vou dizer-vos o que é o Tubo Termo-retrátil com Adesivo e as utilizações que lhe podem ser dadas, talvez já o conheçam mas vou explicar-vos exatamente o que é, como utilizá-lo e alguns exemplos de utilização que certamente vos ajudarão em muitas ocasiões nas vossas instalações ou reparações eléctricas.

O que é um tubo termorretráctil com adesivo?

Na realidade, trata-se de um tubo termorretráctil em poliolefina, como os tubos comuns que utilizamos normalmente, por exemplo, nas terminações de cabos com terminais, mas neste caso com uma parede média/grossa e adesivo termofusível interno.

O interessante deste tipo de termorretráctil é o adesivo no seu interior, o que significa que, quando aquecido, não só encolhe, mas também adere à superfície do objeto, deixando-o completamente selado.

Foi concebido para selar e proteger emendas eléctricas, terminações de cabos e juntas onde é necessário isolamento elétrico e impermeabilização e uma série de outras utilizações que possam exigir estas qualidades.

Utilizações de termoretrácteis com adesivo interno

Estas podem ser as utilizações mais comuns para as quais podemos utilizar o adesivo termorretráctil no trabalho elétrico automóvel.

Junção de cabos eléctricos: segurança e eficiência

A união de cabos eléctricos com adesivo termo-retrátil é uma técnica muito apreciada no campo da eletricidade e da eletrónica, e por boas razões. Este método combina segurança e eficiência, tornando-o a escolha preferida de muitos profissionais.

Pode utilizar o seu sistema preferido para unir um cabo soldado ou com um dos terminais de união, como os que pode comprar na coelectrix, e com este revestimento termo-retrátil cobre a união que, quando aquecida, fica completamente selada, protegida e não só encolhe quando o calor é aplicado, mas também adere firmemente à superfície do cabo. Isto cria uma vedação hermética que protege as ligações da humidade, poeira e outros contaminantes que poderiam causar curto-circuitos ou falhas eléctricas. Além disso, a película termorretráctil actua como um isolante elétrico, reduzindo o risco de descargas acidentais.

Aqui pode ver o antes e o depois de cobrir uma junção de cobre com termorretráctil com adesivo, pode ver como, quando aquecido, encolheu para se adaptar à forma do cabo e da junção, deixando-o completamente selado contra a água e o pó, bem como reforçando ainda mais a junção.

Em termos de eficiência, a utilização de adesivo termorretráctil simplifica o processo de união. Em vez de utilizar vários materiais e técnicas para fixar e isolar as ligações, este método combina tudo num só passo. Basta colocar o tubo sobre a emenda, aplicar calor e, numa questão de segundos, tem uma ligação segura e bem isolada. Isto não só poupa tempo, como também reduz a possibilidade de erros durante o processo de instalação.

Vedação do conetor: Proteção contra a humidade

A selagem de conectores com cola termorretráctil é uma técnica muito eficaz para proteger as ligações eléctricas da humidade, um fator que pode causar problemas graves nos sistemas eléctricos e electrónicos.

Existe uma grande variedade de tamanhos/diâmetros de tubos termorretrácteis com adesivo, o que nos permite encaixar em conectores grandes e, como encolhem muito, adaptam-se facilmente a isolamentos de cabos pequenos.

Neste exemplo, pode ver como selámos o conetor com o tubo de macarrão que contém os cabos, com um tubo termorretráctil com adesivo. Utilizámos um tubo termorretráctil de 13 mm de diâmetro e, como encolhe 3 vezes o seu tamanho quando aquecido, adaptou-se perfeitamente ao tubo de macarrão. Esta ligação entre o conetor e o tubo de macarrão foi completamente selada e isolada da entrada de pó e água, bem como completamente fixada, garantindo que não se separará.

Quais são as vantagens da vedação com adesivo termorretráctil?

  • Impermeabilização:
    Ao selar os conectores com adesivo termo-retrátil, forma-se uma barreira que impede a entrada de água e humidade. Isto é especialmente importante em aplicações no exterior ou em ambientes húmidos.
  • Isolamento elétrico:
    Para além de proteger contra a humidade, o adesivo termo-retrátil também actua como isolante elétrico, reduzindo o risco de choques e curto-circuitos.
  • Facilidade de utilização:
    A aplicação do adesivo termorretráctil é um processo simples. Tudo o que precisa de fazer é cortar o tubo à medida, colocá-lo sobre o conetor e aplicar calor. Em pouco tempo, terá uma vedação segura e eficaz.
  • Versatilidade:
    Este método pode ser utilizado numa grande variedade de aplicações, desde reparações domésticas a instalações industriais, o que o torna uma solução muito versátil.

Como escolher e comprar tubos termorretrácteis com adesivo

Na nossa loja coelectrix.com pode encontrar diferentes modelos de tubos termorretrácteis em várias cores e na maioria dos tamanhos e formatos.

Entre eles encontra-se o Adesivo Termoretractil que é vendido ao metro e pode escolher desde um metro até ao número de metros que desejar de qualquer um dos diâmetros que temos disponíveis.

Temos disponíveis em preto e, desde há alguns dias, também em vermelho. Também oferecemos estojos pequenos com uma variedade de tamanhos que dá sempre jeito.

A partir daqui, pode aceder à loja se quiser ver este produto.

E é tudo por hoje, espero que o tenha inspirado e lhe tenha dado novas ideias para os seus projectos. Como sempre, se tiver alguma dúvida ou quiser dizer-nos alguma coisa, não hesite em contactar-nos a partir daqui ou de qualquer um dos nossos formulários de contacto.

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Medidas dos nossos cabos

Já falámos várias vezes sobre a medição de cabos e as dúvidas que existem sobre o sistema de medição. Na Europa, a medição dos cabos eléctricos é expressa em milímetros quadrados (mm2) de secção, o que pode causar alguma confusão para as pessoas que não estão familiarizadas com o sistema métrico decimal. É importante lembrar que a secção transversal do cabo não se refere ao diâmetro do cabo, mas sim à quantidade de área de secção transversal que o condutor tem.

Além disso, diferentes fabricantes de cabos utilizam diferentes espessuras de isolamento nos seus cabos, razão pela qual elaborámos a seguinte tabela para lhe dar uma ideia das dimensões dos nossos cabos.

Primeiro, temos o mm² da área da secção transversal do cobre, depois temos a espessura do nosso fio com o isolamento e, por fim, a amperagem desse fio num metro.

Como já referi, estas são as medidas dos nossos cabos, uma vez que cada fabricante pode variar a espessura do isolamento. Nesta tabela, os cabos entre as secções de 0,5mm2 e 6mm2 correspondem aos nossos cabos FLRY-B que cumprem as normas dos fabricantes de automóveis, razão pela qual são normalmente mais finos em termos de isolamento e podem diferir de outros cabos com normas diferentes.

Por outro lado, a coluna que se refere à amperagem nominal do cabo é uma tabela aproximada da amperagem que cada cabo pode suportar num metro, de acordo com a sua secção. Estes valores são aproximados, pois podem variar em função de muitos factores, como a temperatura, a disposição do cabo, se é livre ou tubular e, sobretudo, o comprimento.

Espero que esta tabela o possa ajudar na tomada de decisões para a conceção da sua instalação eléctrica e na compra dos cabos necessários. Lembre-se que pode visitar a nossa loja para ver os nossos cabos para automóveis e os nossos cabos para baterias e, se tiver alguma dúvida, pode contactar-nos através de qualquer um dos nossos formulários de contacto.

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Cabos de bateria com terminais de anel

Novo produto já disponível na loja!

Uma vez que temos uma grande procura para a cravação de terminais de cabos de bateria, optámos por fazer uma seleção dos cabos mais populares e oferecê-los na loja como um produto adicional.

Estamos a referir-nos aos cabos de bateria que normalmente temos o modelo H07V-K, muito flexível, em vermelho e preto, aos quais engastamos os terminais de anel nas extremidades para utilizações muito diversas, tais como ligações a inversores de potência, alternadores, barramentos, motores, etc. apenas em grandes secções de cabos, onde sabemos que nem todos têm ferramentas dedicadas e, dado que passam correntes elevadas por estes cabos, é muito importante engastá-los com segurança.

Atualmente, incluímos no catálogo cabos com secções transversais de 35mm2 | 50mm2 | 70mm2 e 95mm2.

Os terminais que escolhemos para montar nestes cabos são os terminais de anel da série TD, feitos de cobre e estanhados para maior durabilidade.

Terminal de anel TD de cobre estanhado

Como já referi, escolhemos uma seleção dos comprimentos mais populares, de 20 cm a 1,5 metros. No entanto, não excluímos a possibilidade de alargar a outros tamanhos, se nos solicitar.

Os Cabos de Bateria com Terminais são fabricados por nós na nossa oficina, os terminais são cuidadosamente cravados com uma ferramenta pneumática garantindo uma cravação perfeita para proporcionar maior condutividade e menor resistência, e terminamos com uma proteção termo-retrátil para cobrir e isolar a área de junção com o cabo.

É o que vai encontrar quando visitar a loja, onde pode escolher:

  • Secção de cabos
  • Comprimento do cabo
  • Cor
  • Terminal A
  • Terminal B

Já pode ver este novo cabo na loja e saber mais pormenores: VER PRODUTO NA LOJA

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Reparação de um cabo automóvel danificado

Um veículo é composto por vários sistemas e componentes, incluindo o sistema elétrico, que é maioritariamente constituído por cabos eléctricos com códigos de cores, o que facilita a deteção de uma falha ou anomalia em qualquer componente elétrico e/ou eletrónico.

Quando o veículo está infelizmente envolvido num acidente ou devido à passagem do tempo, a corrosão actua sobre a cablagem, que pode ser danificada dando origem a algum problema no sistema elétrico, pode ter a opção de reparação, uma vez que muitas vezes o fabricante vende a cablagem completa, que pode ser extremamente cara.

Uma vez detectado o cabo danificado, os passos seguintes

Recomenda-se que se verifique em pormenor a secção danificada e o estado físico da cablagem (não derretida, fundida ou soldada), uma vez que pode ter provocado um curto-circuito e danificado outros componentes do sistema elétrico.

Em qualquer trabalho elétrico é recomendável desativar a secção danificada do fluxo de corrente eléctrica, seja desligando um fusível ou a bateria, é importante notar que nem todos os veículos são recomendados para desligar a bateria sem tomar as medidas estabelecidas pelo fabricante, porque dependendo da marca pode gerar a desativação de componentes (rádio, transmissão, assentos de memória, janelas, etc.), e terá que ir para o revendedor ou ter a ferramenta especializada para fazer os ajustes necessários e aprendizagem.

Antes de iniciar a reparação, certifique-se de que sabe como voltar a ligar o cabo. Se houver vários cabos a reparar, indique os dois lados de cada ligação com autocolantes.

Processo de reparação de cablagens eléctricas

Eliminar a zona danificada:

Utilize uma ferramenta para cortar e remover a parte danificada da cablagem. É importante avaliar o espaço entre os cortes (devem estar suficientemente afastados da área danificada), certificando-se de que tem cabo suficiente para a reparação e que este não fica esticado depois de reparado. O corte pode ser efectuado em forma de Z para evitar qualquer dano.

Escolha a ferramenta normalizada correta para descascar cabos.

Uma ferramenta normal de descascar cabos ajudará muito a cortar e a remover o revestimento do cabo de forma fácil e confortável.

Retirar o isolamento das duas extremidades do cabo.

Retire cerca de 2,5 cm de cada lado do cabo danificado, este é o espaço aproximado de que necessitará para reparar o cabo.

Diferentes métodos de união de um cabo danificado

Para efetuar uma emenda entre 2 cabos de cobre temos diferentes opções e materiais a utilizar, dependendo das possibilidades de cada um, podemos optar pelas seguintes formas:

Soldadura de cabos com solda de estanho

Esta é uma opção muito comum e segura, com um mínimo de materiais necessários. Antes de soldar o fio, lembre-se de inserir um pedaço de película termorretráctil, se possível com adesivo, com pelo menos o dobro do comprimento da área da emenda e coloque-o na extremidade de um dos fios. Torça os fios para que fiquem unidos e solde-os com estanho até ver o estanho derreter e formar uma ligação uniforme. Em cerca de 10 segundos, verá o estanho a ficar com um brilho baço, o que significa que a solda está soldada. Agora é altura de colocar a manga termorretráctil na área da junta e aquecê-la com uma pistola de ar ou um isqueiro até encolher e selar perfeitamente a área da junta.

União de cabos com uniões de cobre estanhado

Outro método muito eficaz e amplamente utilizado é a utilização de virolas ou emendas tubulares para emendas de cobre estanhado. Com estas virolas não é necessário utilizar um ferro de soldar, pois são virolas cilíndricas que estão disponíveis em diferentes tamanhos, dependendo da secção transversal do cabo a reparar, desde cabos de 0,5 mm2 até cabos de 120 mm2 de secção transversal. Isto faz com que seja o único terminal de emenda com o qual podemos unir cabos eléctricos de qualquer secção.
O funcionamento é muito simples, basta escolher o tamanho certo para o cabo a unir, inserir os cabos de PVC sem bainha em cada extremidade, ou seja, apenas os fios de cobre serão inseridos e, utilizando um alicate, pressionar as extremidades do terminal para que o cabo seja pressionado em conjunto e o contacto seja preciso. Resta apenas cobrir esta ligação com uma manga termorretráctil para a isolar e já está! Uma emenda perfeita, duradoura e limpa.

Neste link pode ver as juntas tubulares na loja e verificar os preços e caraterísticas.

União de cabos com uniões isoladas

Este terminal de emenda isolado, como o próprio nome indica, é um terminal de união de cabos de cobre com o interior em metal altamente condutor e revestido a PVC isolante.
É um terminal de emenda muito utilizado devido à sua facilidade de instalação e, sobretudo, à sua rapidez, uma vez que o isolamento está incorporado, sendo apenas necessário introduzir os cabos desenrolados nas extremidades e, utilizando um alicate ou a ferramenta adequada, pressionar as extremidades para aprisionar o cobre e produzir o contacto entre os dois cabos.
São comercializados em três tamanhos diferenciados pela cor.

Vermelho: para cabos de 0,5mm2 a 1,5mm2 de secção transversal.
-Azul: para cabos de 1mm2 a 2,5mm2 de secção transversal.
-Amarelo: para cabos de 2,5mm2 a 6mm2 de secção transversal.

junta isolada

Neste link pode ver as emendas isoladas na loja e verificar preços e caraterísticas.

União de cabos com emendas isoladas e estanhadas

E por último, mas não menos importante (pelo contrário), este terminal de união de cabos com um resultado espetacular, é um terminal construído com uma bainha isolante transparente termo-retrátil e no seu interior incorpora um anel de estanho que se funde quando aquecido e faz uma solda de estanho perfeita, proporcionando uma união entre os dois cabos com as máximas garantias de condutividade.
Para aquecê-lo e derreter o estanho é necessário aplicar calor com uma pistola de ar quente.

São comercializados em três tamanhos diferenciados pela cor.

Vermelho: para cabos de 0,5mm2 a 1,5mm2 de secção transversal.
-Azul: para cabos de 1mm2 a 2,5mm2 de secção transversal.
-Amarelo: para cabos de 2,5mm2 a 6mm2 de secção transversal.

Neste link pode ver as uniões de estanho na loja e verificar preços e caraterísticas.

E com todas estas opções, pouco mais há a acrescentar, mas lembre-se de que, seja qual for o método utilizado, certifique-se de que a ligação entre os cabos a unir é firme e segura e proteja sempre a junção com isolamento, de preferência manga termorretráctil com adesivo de fluxo para garantir que tudo fica fixo e que a junção fica protegida contra a humidade e o pó.

NOTA: No caso da cablagem do sistema de airbag, das linhas CAN e da cablagem blindada, a reparação não é permitida, uma vez que pode conduzir a um mau funcionamento do sistema, devendo a secção danificada ser substituída pelo arnês prescrito pelo fabricante.

E é tudo por hoje. Como sempre, se tiverem quaisquer perguntas ou comentários a fazer, podem contactar-nos e teremos todo o prazer em responder às vossas perguntas.

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Manter o sistema elétrico do veículo em bom estado

O seu veículo depende do seu sistema elétrico para fazer muitas coisas, desde o arranque do motor até ao funcionamento do equipamento de segurança. E, como qualquer sistema automóvel, precisa de cuidados e respeito para funcionar no seu melhor. Mas como manter um sistema elétrico automóvel a funcionar no seu melhor?

Conceção de programas de manutenção

Tal como o óleo, os pneus e outros sistemas automóveis para veículos, mesmo o veículo mais bem conservado necessita de manutenção regular para o seu sistema elétrico. Limpe e substitua os terminais da bateria, verifique as correias e os fusíveis e teste a cablagem conforme necessário. Cada veículo tem uma recomendação de manutenção no seu manual, por isso leia-o cuidadosamente e siga as instruções para a manutenção do sistema elétrico.

Ouça o seu veículo

Há muitos sinais de que o sistema elétrico de um veículo está a começar a funcionar mal. O mais óbvio é o facto de o motor não ligar, claro, mas há muitos outros sinais subtis. Escurecimento ou aumento do brilho dos faróis, resposta lenta dos sistemas do veículo que dependem da eletricidade, engarrafamentos, maus cheiros… Se vir sinais de que algo está errado, abra o capot e comece a examinar a cablagem.

Protege os circuitos

Um dos problemas eléctricos mais perigosos que se pode ter é uma sobrecarga. A cablagem automóvel só pode consumir uma certa quantidade de amperagem e uma sobretensão súbita pode fazer com que os fios explodam, parar o seu veículo a meio do funcionamento e, em casos extremos, até causar explosões e incêndios. Por isso, reserve um momento para se certificar de que tem uma proteção de circuito com os fusíveis certos e modifique-os se não estiver satisfeito com o que tem atualmente. Pergunte a si próprio o que é mais barato: substituir um fusível ou substituir o veículo?

Verificar a existência de corrosão ou tensão nos cabos

Qualquer cablagem corre o risco de sofrer corrosão, especialmente em veículos que estão expostos aos elementos ou que são trabalhados arduamente sem serem interrompidos durante um longo período de tempo.
A humidade arruína muitos sistemas do veículo, mas a cablagem, em especial, pode ser propensa a danos em climas húmidos. Efectue inspecções periódicas à cablagem e esteja atento a sinais de oxidação e desgaste do isolamento. Vede o compartimento do motor contra a humidade tanto quanto possível. E depois de uma forte chuvada ou de uma situação climática difícil semelhante, verifique a cablagem e certifique-se de que não existe água no compartimento do motor.

O sistema elétrico do veículo é fundamental para o seu bom funcionamento; certifique-se de que está devidamente protegido e cuidado.

E é tudo por hoje, a maior parte destas recomendações já deve ser do vosso conhecimento, mas é sempre bom recordá-las, dada a sua importância. Como sempre, quaisquer perguntas ou comentários, teremos todo o prazer em responder.